Concurso Nacional de Leitura  2015-2016

Em janeiro, realizou-se a fase a nível de escola do Concurso Nacional de Leitura promovido pelo PNL.  Esta fase selecionou os concorrentes (três alunos em cada escalão e por escola) para a fase distrital, mediante a realização de uma prova de leitura.

Alunos apurados para a fase distrital

EBI João Roiz

Oriana Almeida Ramos, 7.º E

Beatriz Neves F. Silva, 8.º E

Tomás Beato Azeiteiro, 8.º E

 

Escola Secundária Amato Lusitano

3º ciclo

Guilherme Cabaço, 9.ºC

Mariana Milheiro, 9.ºC

Samuel Cavaco, 9.ºC

Ensino Secundário

Beatriz Pinto Santos, 10.ºCT1

Matilde Sousa, 10.º CT2

João Patrício, 10.ºCT1

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Outubro – Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

O Mês Internacional da Biblioteca Escolar assinala-se em outubro, data instituída pela Associação Internacional de Bibliotecas Escolares (IASL).
Neste mês, celebra-se um pouco por todo o mundo a importância da Biblioteca dentro do espaço escolar enquanto recurso educativo e chama-se a atenção para o papel das bibliotecas escolares na educação dos jovens.
O tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para 2015 é: A biblioteca escolar é super! O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabeleceu 26 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, para este ano.
Durante este Mês, as bibliotecas do agrupamento realizam diversas atividades direcionadas para a formação do utilizador e no âmbito da literacia da informação, de modo a tornar a biblioteca mais conhecida e motivar a comunidade escolar para a sua utilização.

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SUGESTÃO DE LEITURA - ABRIL

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Título: A Bibliotecária de Auschwitz

Autor: Antonio G. Iturbe

Editora: Planeta

Sinopse da editora:

Auschwitz-Birkenau, o campo do horror, infernal, o mais mortífero e implacável. E uma jovem que teima em devolver a esperança. Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu. No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias».